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Ato contra a corrupção e por melhoria na saúde reúne multidão em Cuiabá

Manifestantes percorrem as avenidas do centro de Cuiabá no início da noite desta sexta-feira (28) em protesto por melhorias na saúde na capital e para cobrar combate à corrupção. Os manifestantes se reuniram no fim da tarde na Praça Alencastro, em frente à Prefeitura, e depois seguiram pela avenida Getúlio Vargas, Tenente Coronel Duarte (Prainha) e Historiador Rubens de Mendonça (do CPA).

De acordo com a organização da manifestação, o grupo deve seguir em passeata até a Assembleia Legislativa e depois seguir em direção ao local onde deveria ser construído o Hospital Central do estado. O término da passeata está previsto para a Praça das Bandeiras.

Marcada via redes sociais, o evento havia recebido a confirmação da participação de 13.100 pessoas até a tarde desta sexta-feira. No entanto, de acordo com a Polícia Militar, na concentração da manifestação havia cerca de 600 pessoas na Praça Alencastro. Mais pessoas foram se juntando ao grupo durante a passeata pelas avenidas da região central da cidade. Na semana passada, uma grande manifestação também organizada via redes sociais reuniu cerca de 45 mil pessoas pelas avenidas da capital.

Protesto em São Paulo contra a PEC 37 reúne cerca de 30 mil pessoas



De forma pacífica, cerca de trinta mil pessoas ocuparam neste sábado a Avenida Paulista, em frente ao Masp, num protesto contra o projeto de emenda constitucional (PEC-37), que retira dos Ministérios Públicos (MPs) o poder de investigação. A PM acompanha a manifestação à distância. Muitas famílias e jovens seguram cartazes pedindo para que Congresso não aprove o projeto.

Há, no entanto, manifestantes carregando faixas contra a corrupção e os custos das obras para a Copa do Mundo. Da Paulista, o grupo pretende seguiu pela Rua da Consolação. O objetivo da marcha é chegar ao prédio do MP de São Paulo, no centro da cidade.

O empresário Renan Santos, de 29 anos, é um dos lí­deres à frente da manifestação:
— Queremos que os lí­deres de bancadas de partido venham a público para dizer que posição têm em relação à PEC 37. Que parem de fazer esse jogo turvo, joguem claro.

Em Belo Horizonte, milhares de pessoas seguiram em passeata da Praça Sete, no Centro da cidade, Estádio do Mineirão, que hoje recebe o jogo entre Japão e México pela Copa das Confederações. Os manifestantes protestam contra os gastos públicos para a competição e melhorias na saúde e na educação. No Rio de Janeiro, manifestantes mantêm o acampamento na Avenida Delfim Moreira,no Leblon, próximo à casa do governador Sérgio Cabral.

Pais ensinam filhos a protestar

A geração dos carinhas pintadas vem aí e com força total. Filhos de jovens que foram às ruas para derrubar o governo Collor, bebês, crianças e pré-adolescentes participam, no domingo, de manifestações no Rio e em Niterói para provar que cidadania vem de berço. E como pintar o sete é com eles mesmos, os rostos coloridos em verde e amarelo promete dar o tom das marchas das crianças. Os movimentos infantis surgiram por iniciativa de pais e mães, que queriam engrossar o coro dos protestos espalhados pelo país, sem deixar os pimpolhos em casa.

Com o poder de difusão das redes sociais, a ideia cresceu e se espalhou. Em todo o país, até o dia 30, já foram convocados cerca de 20 encontros para pequenos cidadãos e a tendência é que esse número cresça ainda mais.
— O retorno foi impressionante. Criamos um grupo fechado, de mães da Barra e do Recreio, e lançamos a ideia. Em pouco tempo, tínhamos mais de 300 adesões — conta a fotógrafa Alessandra Hardman, mãe de Júlia, de 11 anos, e Ana, de 3, diretora da Associação Metropolitana dos Estudantes (Ames) na época do impeachment do presidente Fernando Collor de Mello e uma das organizadoras do #Vem pra Praça, marcado para 10h, no Praça do Pomar.

A fotógrafa e as amigas Martha Andrea Dantas, mãe de Catharina, de 9 anos; e Oto, de 4; e Heloisa Dantas, grávida e mãe do Lucas, de 2, estão desde quarta-feira preparando faixas e cartazes para o protesto. Elas contaram com a ajuda de um grupo de alunos da unidade Barra da Escola Parque: Raphael Vasconcellos, Vanessa Moreira, Maria Gabriela Dallier e Gustavo Paraense. Os jovens tambem estarão no Vem Pra Praça no domingo. Ex-aluna do Instituto de Educação, Alessandra desconfia que as filhas herdaram seu gosto pela política. Júlia chegou a criar uma fábula para explicar à Ana o que faziam os manifestantes no teto do Congresso Nacional, em Brasília.

Manifestações no Rio: prisões em Bangu e acampamentos no Leblon

Os protestos que têm ocorrido em municípios do Rio continuam nesta sábado. Em Bangu, na Zona Oeste do Rio, 30 pessoas foram detidas por tentar arrombar estabelecimentos comerciais na Avenida Cônego Vasconcelos, o calçadão, por volta das 17h, ao fim de uma manifestação. Entre eles, havia 15 menores. Com o grupo, policiais do 14º BPM (Bangu) apreenderam paus, pedras e coquetéis molotov.

Eles foram encaminhados à 34ª DP (Bangu). Segundo a PM, as manifestações, iniciadas às 14h, aconteciam de forma pacífica até a ação do bando. Enquanto isso, no Leblon, na Zona Sul, manifestantes continuam acampados desde a noite da sexta-feira na Avenida Delfim Moreira, na altura da Rua Aristídes Espíndola, próximo à casa do governador Sérgio Cabral. A avenida encontra-se totalmente fechada, no sentido São Conrado, a partir da altura da Rua Bartolomeu Mitre. Por conta desta interdição, o trânsito é desviado pela Avenida Ataulfo Paiva e Rua Humberto Campos. O sentido Ipanema da Avenida Delfim Moreira funciona normalmente para o tráfego de veículos.

Também na Zona Sul, por volta das 19h15m, uma manifestação teve início na Rua Paissandu, no Flamengo. Os manifestantes seguiram em direção à Rua Pinheiro Machado, em Laranjeiras, onde está localizado o Palácio Guanabara, chegando ao local por volta das 19h40m. Equipes da CET-Rio interditaram, portanto, a Rua Pinheiro Machado, no sentido Botafogo, na altura do clube do Fluminense. O sentido Rio Comprido da Pinheiro Machado funcionava normalmente ao tráfego de veículos. A Polícia Militar atuava no local.

No Leblon, durante a tarde, após negociações com a Polícia Militar, os manifestantes chegaram a liberar meia pista da via para a passagem dos veículos. O grupo, no entanto, permaneceu no local, e a polícia se comprometeu a fechar novamente o tráfego caso o movimento continuasse crescendo. Enquanto isso, um outro protesto ocorreu neste sábado em Guaratiba, na Zona Oeste. O serviço de BRT Santa Cruz - Alvorada chegou a ser interrompido.

Manifestação no Congresso Nacional, o povo grita em uma só voz

Desde segunda-feira, um vídeo de dois minutos, que mostra um coro convocatório para a marcha que acontecerá nesta quinta-feira em Brasília, tem circulado em alta rotação pela web. Já ultrapassou as 100 mil visualizações no YouTube, gerou uma série de repostagens e incontáveis compartilhamentos nas redes sociais, graças ao clima do momento, captado quase por acaso pelos amigos, o paulista Ruy Kleine, 28 anos, e o curitibano Marcos Werlang, de 31. Funcionários de uma empresa de informática para hotéis, eles assistiam ao protesto pela TV quando decidiram ver ao vivo o que acontecia ali perto.
- O Marcos estava acompanhando pela TV e me incentivou a ir. Se não fosse por ele nem teríamos ido. Como estamos num hotel próximo ao Congresso, acabamos descendo a pé até lá - lembra Ruy. - E foi a imagem mais arrepiante que já vimos.
No caminho, eles cruzaram com muitas pessoas já deixando o protesto. Imaginaram que veriam apenas o fim do ato. Ruy calcula que no início da noite ainda havia 10 mil pessoas na manifestação - a polícia estimou em 5 mil participantes. Eles estavam na rampa que leva à cobertura do Congresso quando viram um rapaz chegar acompanhado de outras pessoas e começar a ler o texto que foi repetido em coro pela multidão:


- Logo abaixo de nós o rapaz ia ditando o texto e o povo todo repetia. Não havia violência nem por parte dos manifestantes nem da polícia. Na hora, não vi mais ninguém filmando além de nós. Acho que isso ajudou a repercutir o vídeo. O momento foi mágico - diz Ruy.
De volta ao hotel, eles trataram de compartilhar seu vídeo. Marcos postou-o em algumas páginas de movimentos sociais; em pouco tempo já havia 500 compartilhamentos. Foi assim toda a noite.
- Nem conseguimos dormir - contam.
Nem um nem outro jamais havia participado de qualquer ato político público. Hoje, garantem que estarão novamente em Brasília, documentando o momento.
- Muitas pessoas disseram que se arrepiaram com nosso vídeo. Não queremos perder a próxima. Foi a nossa primeira vez nas ruas e o que nos aguçou foi ver que esta é uma luta do povo, não de partidos. Agora não queremos parar por aqui. Vamos participar do movimento em todas as cidades que passarmos - prometem.

Manifestações no Rio reúnem cerca de 300 mil pessoas

Na chegada à sede da Prefeitura do Rio, que estava com o policiamento reforçado, com cerca de cem PMs a cavalo para cercar a área, os cerca de 300 mil manifestantes que fazem protesto no Centro do Rio nesta quinta-feira, de acordo com números da Polícia Militar, vivenciaram clima tenso. Duas pessoas provocaram militares. Já os organizadores estimam em 1 milhão o número de participantes. Atrás dos policiais que estão na grade da prefeitura, há ainda guardas do Grupo de Operações Especiais da Guarda Municipal, os mesmos que combatem camelôs e distúrbios nas ruas. A multidão ainda ocupa a Avenida Presidente Vargas em quase toda a extensão. A previsão era que eles percorressem 3,2 quilômetros. Um homem, identificado apenas como Almir, foi ferido com uma paulada na cabeça no início da noite.

Segundo amigos de Almir, ele teria sido agredido por grupos radicais, de ideologias contrárias à que ele defende. Almir foi atendido na calçada do Posto BR, próximo à estátua de Zumbi, na Avenida Presidente Vargas, por médicos e estudantes de medicina voluntários, que participam da manifestação, em prol de melhorias na saúde.

Mais cedo, policiais militares tiveram que intervir para conter um princípio de tumulto na Central do Brasil. A confusão começou depois de algumas explosões de cabeções-de-nego, seguida de tentativa de assaltos por parte de um grupo de jovens. Ninguém foi preso.

Mais cedo, o carro de som da União Nacional de Estudantes (UNE), com bandeiras de partido, foi atacado por manifestantes com fogos de artifício.

Na concentração da manifestação, na Candelária, antes do início da passeata, um homem que estava vestido de vermelho, com uma bandeira da Central Única dos Trabalhadores (CUT) nas mãos, foi expulso com gritos hostis e teve o símbolo da entidade rasgado. O grupo foi cercado por cerca de 50 pessoas. Os militantes pretendiam distribuir um panfleto da central sindical com o título “Abaixo a máfia da Fetranspor’’. Mas os folhetos também foram tomados pelos manifestantes e jogados no chão.

As 5 causas - O vídeo que não querem que você veja


Mensagem da Anonymous, falando pelo povo, o que realmente queremos com as manifestações! Esse vídeo está sendo apagado do youtube todo instante, por isso divulguem!


Pauta de reivindicações

1. Imediato
* Os preços das tarifas do transporte público devem baixar progressivamente.
* A PEC 33 e a PEC 37 devem ser rejeitadas e arquivadas.
* Políticos condenados por corrupção e os fichas sujas devem ser imediatamente destituídos de seus cargos e tornar-los inelegíveis.
* Exigimos a destituição ou renúncia imediata de: Paulo Maluf, José Genoino, João Paulo Cunha, Renan Calheiros e José Sarney
* Redução da Maioridade penal.
* O crime de corrupção deve ser considerado hediondo sem tratamentos especiais, regalias ou fiança.

2. Curto prazo
* Reforma do modelo de educação - sistema de ensino brasileiro, em tempo integral, ao longo de todo ensino básico, fundamental e médio
com inclusão de matérias de direito, administração & empreendedorismo, ética e finanças.
* Aumento dos salários dos professores.
* Partidos políticos devem ressarcir os cofres públicos pelos desvios de dinheiro público cometidos por seus membros
* Fim das regalias para os presos.

3. Médio prazo
* Exigimos priorização da educação, saúde, segurança, infra-estrutura e geração de empregos.

-#Não toleramos repressão policial nas manifestações, assim como não toleramos depredação e vandalismo.

Após início pacífico, manifestantes e polícia entram em confronto no RS

A Brigada Militar usou bombas de gás lacrimogênio para conter manifestantes na noite desta segunda-feira (17) em Porto Alegre. O Batalhão de Operações Especiais fez um cordão de isolamento na Avenida Ipiranga, em Porto Alegre, perto da Avenida Erico Verissimo. Mesmo assim, alguns manifestantes foram para a Avenida João Pessoa, onde, por volta das 22h, colocaram fogo em um ônibus na altura do Parque da Redenção, como mostra o vídeo abaixo.

O confronto resultou em 41 prisões, de acordo com levantamento da Brigada Militar até as 3h desta terça-feira (18). Sete dos detidos são menores de idade. Segundo a prefeitura, foram 56 contêineres depredados, sendo 23 incendiados apenas na Avenida João Pessoa, e sete feridos atendidos pelo Hospital de Pronto Socorro (HPS) da capital do Rio Grande do Sul.


Mais cedo, eles já haviam queimado contêineres e jogado pedras e pedaços de pau em uma viatura da Brigada Militar na mesma via. Depois de um início de protesto pacífico, ainda no centro, houve atos de vandalismo durante a caminhada. Entretanto, a maior parte dos manifestantes se porta de maneira pacífica e já anda pelas ruas do bairro Cidade Baixa.

Os manifestantes estavam inicialmente concentrados em uma das faixas da avenida, uma das principais de Porto Alegre, mas chegaram a tomar os dois sentidos da rua. Às 20h20, manifestantes jogaram um rojão dentro da loja da Honda na esquina da Avenida da Azenha com a Ipiranga. Naquele momento, os próprios manifestantes faziam contenção de quem não se comportava de maneira adequada.

Mais cedo, alguns manifestantes viraram contêineres na Avenida João Pessoa na esquina com a Rua Venâncio Aires. Em seguida, pessoas que caminhavam de forma pacífica ajudavam a levantar as lixeiras. Também pedras foram jogadas em vidros e estabelecimentos comerciais da avenida João Pessoa. Os manifestantes que realizam ações não pacíficas, jogando pedras em estabelecimentos comerciais, estão sendo vaiados pelo resto da multidão.

Por volta das 18h, cerca de 3 mil pessoas se reuniram em frente à Prefeitura de Porto Alegre, de acordo com a Brigada Militar. Os manifestantes se deslocaram pela rua João Pessoa, no Centro de Porto Alegre, e seguiram a marcha até o bairro Cidade Baixa. As pessoas que participam ressaltam que a ida às ruas é contra custo de vida, a realização da Copa do Mundo no Brasil e o aumento da passagem do transporte público. Manifestantes ressaltam, ainda, que este não é um protesto por centavos, mas por direitos, como mostra o RBS Notícias, da RBS TV (confira no vídeo).

Na concentração, por volta das 18h, manifestantes ocuparam na totalidade a Praça Montevidéu, além de parte do Largo Glênio Peres e outras ruas da Zona Central da cidade. Eles caminham e gritam palavras de ordem. O ato nacional contra o aumento da passagem na capital do Rio Grande do Sul começou por volta das 18h. De acordo com a Brigada Militar, 180 homens foram deslocados para acompanhar os protestos na capital do RS. Esse número envolve o 9º Batalhão, 4º Regimento, Pelotões de Operações Especiais e Batalhão de Operações Especiais. A orientação é acompanhar os manifestantes e evitar destruição do patrimônio público.

Uma outra manifestação ocorre também em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A concentração foi na Praça do Imigrante, na região central do município, e percorre as principais avenidas. Os manifestantes dirigem-se agora para a frente da Câmara de Vereadores. Segundo a Brigada Militar, entre 2 e 3 mil pessoas participam do protesto.

O protesto da última quinta-feira (13) em Porto Alegre reuniu cerca de 2 mil manifestantes. Prédios no centro da cidade foram danificados.

Os protestos na capital gaúcha começaram em março, depois que a prefeitura anunciou um aumento no preço das passagens, de R$ 2,85 para R$ 3,05. Uma liminar suspendeu o reajuste, mas as empresas de transporte brigam na justiça pelo aumento. Já os manifestantes querem garantir que o preço das passagens não volte a subir.

Famosos vão às ruas e participam da onda de protestos no país

Bruno Gagliasso, Fernanda Paes Leme e Thaila Ayala são algumas das celebridades que aderiram ao movimento.

Depois de protestarem na internet, chegou a vez das celebridades irem para as ruas. Fernanda Paes Leme, Bruno Gagliasso, Maria Gadú, Thaila Ayala, Sérgio Marone, Leoni e Leandro Léo foram alguns dos famosos que postaram, nas redes sociais, os registros das manifestações que estão acontecendo na tarde desta segunda-feira, 17, em todo o país, contra o aumento das tarifas nos transportes públicos. Entre as cidades que aderiram aos protestos estão Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Já na noite do domingo, 16, vários famosos se mobilizaram nas redes sociais em ação que clama por mudanças no Brasil usando as hashtags “muda Brasil” e “dói em todos nós”. Carmo Dalla Vecchia, Fernanda Rodrigues, Thaila Ayala, Mayana Neiva, Miguel Rômulo, entre outros, postaram no Instagram fotos suas em que aparecem com o olho roxo - em referência à repórter Giuliana Vallone, do jornal “Folha de São Paulo”, que foi atingida por bala de borracha durante manifestação em São Paulo. As imagens fazem parte do protesto fotográfico "Dói em Todos Nós", do fotógrafo Yuri Sardenberg.

Thaila Ayala (Rio) - Tamo chegando! #mudabrasil #ocupabrasil #doiemtodosnos #democraciabrasil
Fernanda Paes Leme (SP) - "Chegando no Largo da Batata c/ @alepaesleme #mudabrasil #VemPraRua"
Maria Gadú (Rio) - Rua!!! #mudabrasil @mariagadu @leandroleo_ @bolinho_22 rebecabrack gabigabriela @NeusaGadú
Leoni (Rio) - Concentração na Praça XV
Sérgio Marone (SP) - A caminho da manifestacao!! Eu tbem vou! #mudabrasil #ogiganteacordou #corrupcao #passelivre #largodabatata
Natália Rodrigues (SP): "Não tenho partido, tenho amor pelo meu país"

Manisfestantes protestam em frente ao Estádio Mané Garrincha em Brasília


Centenas de manisfestantes protestam em frente ao estádio Mané Garrincha, em Brasília, palco de abertura da Copa das Confederações, entre Brasil e Japão. O Batalhão de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal, já formou um grande cordão de isolamento para impedir que os, aproximadamente, 500 protestantes entrem no estádio.

A mobilização, organizado pelas redes sociais, começou na Rodoviária de Brasília, às 10h30. Os manifestantes reclamam contra a aplicação de recursos no evento esportivo, com gritos como “da Copa abro mão, quero ver dinheiro para educação”.

A manifestação provocou o atraso na abertura dos portões da arena para os torcedores que vão assistir ao jogo entre Brasil e Japão, a partir das 16 horas deste sábado. O local deveria ser aberto ao público ao meio-dia, mas, apenas após as 13h o acesso foi liberado.

Já nas bilheterias, existe uma grande fila para a retirada dos ingressos no Centro de Convenções. Os expectadores reclamam da falta de organização para orientar o público.

Além de protestar contra a realização do evento esportivo no Brasil, os manifestantes se dizem solidários ao movimento contra o aumento das tarifas do transporte público em várias cidades do País, como Rio e São Paulo. Até o momento, o protesto em Brasília é pacífico e não houve confronto. (Estadão).