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Vídeo flagra momento em que jogador é morto em ônibus de Mato Grosso.

Imagens do circuito interno de um ônibus mostram o momento exato em que o jogador de futebol Marcos Antônio Rodrigues, de 27 anos, é assassinado a tiros em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá.  Morto há uma semana, o caso segue sem solução e, segundo a polícia, está envolto em mistério.

O jogador que era conhecido como ‘Marquinhos’ foi visto pela última vez deixando uma casa noturna em Várzea Grande. A poucos metros dali, ele caminhou até um ponto de ônibus e aguardou a chegada do coletivo para retornar para casa. De acordo com as investigações da polícia, o jogador foi seguido por um suspeito desde a saída da casa noturna até um ponto de ônibus.

As imagens do circuito interno do coletivo captam a presença da vítima em uma fila de passageiros. Quando ele consegue subir os degraus do ônibus, de acordo com as imagens, acaba sendo surpreendido por um suspeito que empurra uma mulher e passa a atirar rapidamente. Antes dos tiros, conforme relatos de testemunhas, o suspeito gritou: ‘Você perdeu!’


O primeiro disparo atinge as costas de Marquinhos. Os outros dois tiros rompem o tórax da vítima, que não teve chance de se defender. O jogador agoniza à espera de socorro na catraca do ônibus coletivo. Os disparos causam pânico entre os passageiros, que esvaziam o ônibus completamente.

Nas imagens do circuito interno do ônibus, o suspeito não é identificado com nitidez. Do dia do crime, ele usava um boné branco e uma camisa listrada. Após abrir fogo contra o jogador, o suspeito fugiu com a ajuda de um comparsa em um veículo prata. Ninguém foi localizado.

Fonte: G1

Receita Federal apreende R$ 180 mil em eletrônicos no oeste do Paraná.

Homem que transportava mercadorias tentou fugir pela contramão da BR-277. Notebooks, celulares, HDs externos e câmeras estavam entre a carga.


A Receita Federal do Paraná apreendeu dezenas de equipamentos eletrônicos importados irregularmente em Santa Terezinha de Itaipu, no oeste do estado, próximo à fronteira com o Paraguai. A apreensão foi feita em conjunto com a Polícia Militar e resultou na prisão do condutor do veículo que carregava os equipamentos.

O homem de 29 anos ainda tentou fugir pela contramão da BR-277 quando foi abordado pela fiscalização. Ele foi seguido, interceptado e conduzido até a Polícia Federal em Foz do Iguaçu. As mercadorias foram levadas a sede da Receita na mesma cidade.

Entre os produtos apreendidos estavam notebooks, celulares, HDs externos e câmeras fotográficas. A Receita estimou em R$ 180 mil o valor dos produtos, além do veículo que também foi apreendido.

Fiscais apreendem arma, munição e comprimidos de ecstasy em ônibus.

Um homem foi preso em flagrante suspeito de tráfico de drogas e armas. Apreensão foi feita na Ponte da Amizade, entre Foz do Iguaçu e o Paraguai.

Agentes da Receita Federal apreenderam no início da noite de quarta-feira (15) uma pistola 9mm, 630 cartuchos de munição de diversos calibres e 215 gramas de ecstasy em comprimidos.

De acordo com os servidores que reforçam a Operação Fronteira Blindada, a droga, a arma e a munição estavam na bagagem de um dos passageiros de um ônibus que seguia de Ciudad del Este, no Paraguai, para São Paulo (SP).

A apreensão foi feita por volta das 19h durante abordagem na aduana da Ponte Internacional da Amizade, principal ligação com Ciudad del Este, no Paraguai, depois de uma denúncia anônima. Um suspeito, de São Paulo, foi preso em flagrante e encaminhado para a delegacia da Polícia Federal, em Foz do Iguaçu.

Ladrão tira foto na praia, coloca no Facebook e é preso.

Ele teria usado o dinheiro dos crimes para 'curtir férias' no litoral.


A Polícia Civil de Lençóis Paulista (SP) prendeu um rapaz na manhã desta quinta-feira (16), suspeito de assaltar alguns estabelecimentos e usar o dinheiro em viagens para o litoral brasileiro. Lucas Viana da Silva, de 19 anos, foi identificado depois de postar fotos dele na areia da praia em uma rede social. Ele é suspeito de três roubos na cidade. Em um deles foram levados cerca de R$ 20 mil do pagamento de funcionários de uma empresa.

Nas postagens, Lucas "curtiu férias” na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no começo do mês. Ele aparece sentado em uma cadeira de praia, de óculos escuros e comendo um salgadinho. Os policiais acompanharam os passos do suspeito até o retorno a Lençóis Paulista.

“Foi reconhecido em três assaltos. Uma locadora, um posto de gasolina, uma empresa de onde ele roubou mais de R$ 20 mil. Temos outras vítimas para comparecer. A suspeita já existia na data do crime. Mas acompanhamos durante a investigação a página do facebook dele, que começou a postar fotos na praia de Copacabana, tomando sol, dizendo que estava gastando dinheiro. Inclusive, fazendo piadas e ofensas com a polícia. E tivemos a certeza que o autor dos crimes era ele. Aguardamos monitorando a volta dele para a cidade. E com o mandado de prisão, a Polícia Militar trouxe ele até a delegacia”, explicou o delegado, Luiz Cláudio Massa.

O delegado também contou que Lucas agiu de forma violenta durante os assaltos. Imagens de câmeras de segurança de um estabelecimento foram usadas na investigação. “Durante os assaltos ele agia de forma bem violenta. Colocava terror nas vítimas com uma arma”.
 Na delegacia, o rapaz confirmou que viajou, mas nega participação nos crimes. “As fotos são minhas, mas não tem nada a ver. Eu fui para a praia. Então, pobre não pode ir para a praia? Era eu mesmo. Tenho certeza absoluta que não fui eu. Vou preso e vai continuar roubando a cidade e alguém do mesmo tamanho que eu. Vou estar preso assumindo culpa dos outros”, disse Lucas.

Apesar de a polícia dizer que ele esteve em Copacabana, Lucas afirmou que visitou outro lugar. “Era a praia no Guarujá. As fotos tiradas já fazem uns 20 dias. Falei brincando que era em Copacabana”.

Os pais de Lucas, que são separados, disseram que já tinham orientado o rapaz para procurar emprego e estavam preocupados com o comportamento do filho. “A mãe dele me avisou que ele foi preso. Estava sabendo uns dias antes que eles tinham feito uns assaltos. Não tinha conversa com ele. Porque não foi por falta de conselho”, avisou o motorista, Milton Viana da Silva.

A mãe, Silvana Viana da Silva, afirmou que não sabia sobre a viagem do filho para o litoral. “Não estou sabendo que ele viajou. É triste. Nunca esperava que chegasse a um ponto desse. Tinha pedido para ele arrumar um emprego”. De acordo com Milton, Lucas não mantinha um bom relacionamento com os pais. “No dia a dia ele era mal educado comigo e com a mãe dele. Se em casa não aprende na rua ensina”.

A polícia acredita que o rapaz agia em conjunto com o primo. "Ele fugiu de um cerco nosso na manhã de hoje, mas em poucas horas deverá estar preso também", completou o delegado.

Lista inclui Brasil entre países de maior impunidade em crimes contra imprensa.


O Brasil ocupa o 10º lugar na lista de doze países com elevado índice de impunidade para casos de jornalistas assassinados, segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira em Nova York, véspera do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Iraque, Somália e Filipinas lideram a lista divulgada pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ, em inglês), que tem como maior novidade a inclusão da Nigéria. Na América Latina, além do Brasil, Colômbia e México também integram o triste ranking.

O índice de impunidade anual do CPJ identifica os países onde jornalistas são assassinados e onde os governos fracassam em sua tentativa de resolver os crimes. Ele reúne casos de 2003 até o fim de 2012 e apenas os países com cinco ou mais casos sem solução são incluídos.

A análise do CPJ indica que a violência contra a imprensa se intensificou no Brasil. Apesar de estarem à frente, países como Colômbia (5º) e México (7º) tiveram uma queda no número de assassinatos de jornalistas.

No caso do Brasil, o CPJ aponta uma série de assassinatos que não foram esclarecidos nos últimos três anos, em particular de blogueiros e jornalistas de meios de comunicação digitais de Estados do interior do País. Por isso, depois de ter saído do índice de impunidade em 2010, o Brasil voltou, já que a situação atual "demonstrou que os avanços foram ilusórios" e ainda existem nove assassinatos sem solução.

"As forças da polícia e do Poder Judiciário, principalmente em pequenas cidades, são muito vulneráveis às pressões de poderosos grupos locais", afirmou Veridiana Sedeh, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, citada no relatório do CPJ. "Inclusive existem casos nos quais as próprias autoridades cometem os crimes e posteriormente impõem obstáculos para as investigações", acrescentou.

Colômbia
Conhecida pelos conflitos armados internos e por ser uma das principais rotas de drogas no mundo, a vizinha Colômbia "conquistou avanços sustentados" em matéria de segurança, já que nenhum jornalista foi assassinado por seu trabalho desde 2010, embora os progressos tenham sido mais modestos na resolução de crimes de repórteres, com oito casos impunes.

"As melhorias no clima de segurança em geral superaram os avanços no âmbito judicial", disse Carlos Cortez, um dos fundadores da organização colombiana Fundação para a Liberdade de Imprensa, também citado no relatório.

O México, por sua vez, fracassou completamente na punição dos responsáveis por 15 assassinatos de repórteres nos últimos dez anos e tem um índice de impunidade de 90% para os crimes de jornalistas.

O CPJ indica que os assassinatos de jornalistas diminuíram levemente nos últimos três anos, mas que isso se deve, em parte, "à autocensura que se estabeleceu praticamente em todos os cantos do país, fora da capital".

Dez dos 12 países que aparecem no Índice de Impunidade têm se mantido na lista desde que o CPJ começou a realizar as estatísticas, em 2008. A Nigéria, incluída pela primeira vez, e o Brasil, que se ausentou por um ano, são as exceções.

Alvos
Os jornalistas locais foram as vítimas na grande maioria dos casos não resolvidos que aparecem no índice (254 sobre 265 assassinatos), com as coberturas de política e corrupção como as mais arriscadas (50% dos crimes).

Apesar do alto número de mortes de jornalistas, a Síria não aparece no índice. As investigações do CPJ mostram que a grande maioria das vítimas morreu em incidentes de fogo cruzado relacionados aos combates.

O CPJ é uma organização independente com sede em Nova York e que se dedica a defender a liberdade de imprensa em todo o mundo. Em fevereiro, o Comitê havia divulgado um relatório no qual apontava que Brasil e Equador estavam na lista de dez países do mundo onde a liberdade de imprensa corre perigo.

Polícia Civil do Pará realiza prova de concurso neste domingo dia 05/05/2013

Mais de 26 mil candidatos disputam 670 vagas. O cargo mais disputado é o de delegado de polícia, com 10.260 inscrições


A Polícia Civil do Pará realiza neste domingo (5), a prova do concurso público para mais de 26 mil candidatos, que disputam 670 vagas. As provas ocorrerão em Belém e em outros cinco municípios paraenses, de 8 às 12h para os cargos de investigador, escrivão e papiloscopista e de 14 às 18h para o cargo de delegado.

Das 670 vagas ofertadas pela Polícia Civil, 150 são para o cargo de delegado; 250 para investigador; 250 para escrivão; e 20 para papiloscopista. O cargo de delegado prevê uma remuneração inicial, incluindo as gratificações, no valor de R$ 7.695,02. Para os demais cargos, a remuneração inicial é de R$ 3.098,79, com as gratificações.

O cargo mais disputado é o de delegado de polícia, que recebeu 10.260 inscrições. Em seguida aparece o de investigador de Polícia Civil, com 6.839 concorrentes; escrivão com 5.897 candidatos; e papiloscopista com 670 concorrentes.

O cartão de confirmação de inscrição, no qual consta o local, o dia e o horário de realização da prova está disponível, desde o dia 23 de abril, no endereço eletrônico de acompanhamento do concurso (http://paginas.uepa.br/concursos) e deve ser apresentado pelo candidato, no momento de realização da prova, juntamente com documento de identificação original.

Seleção
A seleção será realizada em duas etapas de caráter eliminatório. A primeira será composta por seis subfases: prova objetiva de múltipla escolha; prova de capacitação física; exames médicos; exame psicológico; prova oral; e de investigação criminal e social. A primeira subfase será realizada nos municípios de Altamira, Belém, Itaituba, Marabá, Redenção e Santarém.

Os classificados seguirão para a segunda etapa, que corresponde ao Curso Técnico Profissional, de caráter eliminatório e classificatório a ser realizado e ministrado pela Academia de Polícia Civil/Iesp, em suas instalações no município de Marituba.

Bola é condenado a 22 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio

O ex-policial foi condenado a 19 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio de Eliza, e mais 3 anos de prisão em regime aberto pela ocultação do cadáver, além de 360 dias/multa, com isso totalizando 22 anos de prisão. Ele não poderá recorrer em liberdade.

Bola foi acusado pelo MPE (Ministério Público Estadual) de ter sido o executor da ex-modelo, na sua casa, em Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte. Ele foi o quarto réu julgado e condenado pela morte de Eliza. Antes dele, o goleiro Bruno havia sido condenado, em março deste ano, a 22 anos e três meses pelo sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver da ex-amante. Neste julgamento, Dayanne Souza, ex-mulher de Bruno, foi absolvida da acusação de sequestro do filho de Eliza, cuja paternidade é atribuída a Bruno.

Em novembro do ano passado, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, ex-braço direito do goleiro, havia sido condenado a 15 anos de prisão pelas mesmas acusações feitas ao goleiro. Já Fernanda Castro, outra ex-amante de Bruno, foi condenada a cinco anos, em regime aberto, pelo sequestro e cárcere privado de Eliza do filho dela.

Sérgio Rosa Sales, primo do goleiro Bruno, era outro réu no processo, mas foi assassinado em agosto de 2012, no bairro Minaslândia, na região norte de Belo Horizonte. Segundo a polícia, a morte teria sido um crime passional.

Já Wemerson Marques de Souza e Elenílson Vítor da Silva, outros dois réus, serão julgados pelo crime em maio deste ano.

Por sua vez, Flávio Caetano foi denunciado pelo Ministério Público Estadual, mas a Justiça o liberou por falta de provas.

O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi condenado neste sábado (27) pelo Tribunal do Júri pelo homicídio duplamente qualificado e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes. O crime ocorreu em 2010. O júri popular começou na segunda-feira (22), no fórum Doutor Pedro Aleixo, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, e a decisão foi lida no salão do júri pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do 1º Tribunal do Júri de Contagem.
O julgamento de Bola foi marcado por enfrentamentos entre o promotor Henry Castro, representante do Ministério Público Estadual no caso, e o advogado Ércio Quaresma, defensor do réu, e por uma revelação do ex-delegado Edson Moreira, chefe das investigações sobre o sumiço de Eliza, dando conta que ela não teve partes do corpo cortadas e jogadas a cães.

O fato foi relatado por Jorge Luiz Lisboa Rosa, primo do goleiro Bruno e uma das principais testemunhas do caso.

Na quinta-feira (25), durante a inquirição do ex-delegado e desafeto de Quaresma e Bola, o promotor e o advogado chegaram a xingar-se de "canalha". A juíza interveio e ameaçou parar com a inquirição de Moreira, caso os dois não se acalmassem.